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Foto: Sergio Amaral/STJ
Os ministros mais antigos do Superior Tribunal de Justiça iniciam o ano do Judiciário na Corte nesta quarta-feira (1º) com o caso das “Diárias da Lava Jato” na pauta. A Corte deve analisar uma “suspensão de liminar e sentença” assinada pelo então presidente do STJ, Humberto Martins, liberando o caso para julgamento.
Martins analisou a questão de maneira liminar em junho do ano passado. À época, ele argumentou que a decisão da 6ª Vara Federal de Curitiba, impedindo o julgamento da Corte de Contas, deveria ser revista.
Com a autorização de Martins, o TCU acelerou o caso e, em agosto, o TCU condenou o então procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato, o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot e o então procurador-chefe do MP no Paraná, José Vicente Beraldo Romão, por supostamente controlar o esquema.
A punição estipulada pelo relator do caso, ministro Bruno Dantas, foi de R$ 2,8 milhões ao trio.
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